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Terça-feira, 21 de Agosto de 2012

Pingo doce, de volta às notícias


 

A cadeia de supermercados Pingo Doce volta a estar no centro das atenções, desta vez está o facto de a partir do próximo dia 1, não ser mais possível efectuar pagamentos através de cartões de crédito ou multibanco, em compras inferiores a 20 euros, desta forma a empresa espera poupar cerca de 5 milhões de euros por ano.

É certo que a UNICRE e a SIBS cobram taxas elevadas sobre uma venda, e se todos os comerciantes seguirem esta atitude do Pingo Doce, pode obrigar à descida dos valores dessas taxas, a renegociação dos valores poder ser um dos factos que levou esta cadeia de supermercados a ter esta decisão.

Mas também é certo que numa altura em que a taxa de criminalidade dispara em Portugal, esta é uma boa notícia para os ladrões, pois as pessoas levarão dinheiro vivo nas suas carteiras, espera-se então mais roubos e assaltos.

O dinheiro em "plástico" é o futuro, é mais seguro, cómodo e higiénico, limitar o uso desta forma de pagamento é um retrocesso social, e a ânsia do lucro, a ganância dos capitalistas não pode estar acima dos interesses sociais.

O retorno do porta moedas multibanco pode ser uma solução agradável para ambas as partes, comerciantes e consumidores, pois trata-se de um meio de pagamento via multibanco destinado a pequenas somas monetárias e com taxas mais reduzidas para os comerciantes.

Cabe a si penalizar o Pingo Doce ou não, pois pensou no aumento dos seus já elevados lucros, e não na sua comunidade e segurança, a decisão é sua!
Publicado por Miguel às 14:10
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

Taxa alimentar

 Eis que depois de muito aumentar os impostos e taxas, o governo saca da cartola uma nova taxa alimentar, que irá atirar a "batata quente" para as grandes superficies da distribuição alimentar, deixando que sejam as mesmas a ser responsabilizadas pela subida de preços.

 Sim, porque esta taxa irá se reflectir no consumidor final, o preço dos produtos alimentares irá subir, não serão as empresas a suportar esta taxa, penalizando assim os seus lucros de centenas de milhões, a sua ganância capitalista, não lhes permite ter qualquer responsabilidade ou consciência social e nacional.

 

 Então na prática, será um imposto camuflado, lançado pelo governo numa altura em cada vez mais portugueses correm a instituições de solidariadade social, procurando algo que lhes mate a fome, e onde o desemprego cresce todos os dias.

 Senhor primeiro ministro, porque não criar um imposto sobre o lucro? Sobre o lucro de centenas de milhões de euros das empresas de distribuição alimentar, ou da banca?

 Tirar aos ricos e folgar as costas dos pobres, não seria uma atitude digna e justa? Não será uma utopia destinada aos contos de fada?

 O dinheiro corrompe as pessoas, compra as suas decisões, é essa a arma dos capitalistas, e infelizmente os políticos que nos governaram e governam são facilmente manipulados pelo poder do dinheiro. Penalizem-nos no voto, abram os olhos, já é tempo..

 Tanto se corta na ração do burro, que um dia ele morre...

 

Publicado por Miguel às 21:51
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